Accueil
forum
La pousada
Baia da traiçao
Ação civil pública pede reconstrução da ponte Sinimbu em Baía da Traição
forum
La pousada
Baia da traiçao
Ação civil pública pede reconstrução da ponte Sinimbu em Baía da Traição
forum
• Baia da traiçao » Ação civil pública pede reconstrução da ponte Sinimbu em Baía da Traição Ação civil pública pede reconstrução da ponte Sinimbu em Baía da Traição
O Ministério Público Federal na Paraíba moveu ação civil pública contra a União, Fundação Nacional do Índio (Funai) e o município de Baía da Traição (PB) para que construam passagem de concreto armado sobre o rio Sinimbu, que liga a reserva indígena potiguara à zona urbana do referido município, localizado no litoral norte do estado. A ponte desabou parcialmente em fevereiro de 2009 ameaçando deixar comunidades indígenas isoladas. O tráfego é feito precariamente por meio de tábuas acrescentadas ao que sobrou da estrutura.
O MPF pediu à Justiça Federal que fixe prazo de 30 dias para que a Funai e a União façam reparos emergenciais na ponte ou construam outra ponte provisória, sob pena de multa diária de mil reais por descumprimento. A urgência se deve à atual situação da ponte que é crítica, podendo desaparecer por completo com as chuvas no inverno que se aproxima, com risco concreto de mortes.
O Ministério Público também pediu, em caráter de urgência, que a Justiça fixe prazo de 30 dias para que a União e a prefeitura de Baía da Traição apresentem cronograma para a construção de passagem de concreto armado sobre o rio Sinimbu. O cronograma deve prever a conclusão da obra no prazo máximo de 18 meses, sob pena de multa diária de mil reais para o descumprimento de qualquer dos prazos estabelecidos.
Isolados
Com o desabamento, comunidades indígenas ficaram quase isoladas, já que a ponte era o único meio de ligação entre a cidade e a terra indígena potiguara, que reúne as aldeias Vila São Miguel, Bento, Silva, Laranjeira, Santa Rita e Tracoeira. Se o que ainda resta da ponte desmoronar, poderá ocorrer o isolamento completo das referidas aldeias, pois ficarão sem acesso ao município. Serviços já precários nas comunidades, como educação e saúde, poderão entrar em colapso, impossibilitando o deslocamento de professores e agentes de saúde que residem em Baía da Traição e prestam serviços nas aldeias.
Para o Ministério Público, além de defender o direito de trânsito, bem como o funcionamento regular dos serviços públicos na comunidade indígena potiguara, a ação também tem o propósito de romper o círculo vicioso de omissão entre a União (a quem pertencem as terras indígenas), Funai e município, omissão que causa tragédias. “Proteger as terras indígenas não significa apenas defendê-las de terceiros não indígenas, mas também assegurar a manutenção dos serviços públicos essenciais e a infraestrutura necessária para a prestação desses serviços, como é o caso da ponte sobre o rio Sinimbu”, argumenta o procurador da República Duciran Farena.
Urgência
Ainda em 2009, no mesmo ano em que ocorreu o desabamento da ponte, o Ministério Público Federal instaurou procedimento administrativo para apurar as irregularidades decorrentes do desmoronamento. Mas, após dois anos, desde a instauração do procedimento, em que pese a gritante urgência da situação, nem a Funai nem a prefeitura, apesar de provocadas pelo Ministério Público, demonstraram ter realizado algo de concreto para adotar providências cabíveis a fim de possibilitar o acesso dos indígenas à zona urbana do município.
A omissão do órgão indigenista e do município, levou o MPF a requerer em juízo as medidas urgentes para a reconstrução da ponte. No entanto, para evitar o longo trâmite de um processo judicial, tendo em vista a urgência do caso, o Ministério Público também requereu na liminar que, em lugar da intimação dos réus para manifestação, seja designada audiência, dando-se oportunidade para uma conciliação.
Ação Civil Pública n° 0000.402-60.2011.4.05.8200 ajuizada em 21 de janeiro de 2011
O MPF pediu à Justiça Federal que fixe prazo de 30 dias para que a Funai e a União façam reparos emergenciais na ponte ou construam outra ponte provisória, sob pena de multa diária de mil reais por descumprimento. A urgência se deve à atual situação da ponte que é crítica, podendo desaparecer por completo com as chuvas no inverno que se aproxima, com risco concreto de mortes.
O Ministério Público também pediu, em caráter de urgência, que a Justiça fixe prazo de 30 dias para que a União e a prefeitura de Baía da Traição apresentem cronograma para a construção de passagem de concreto armado sobre o rio Sinimbu. O cronograma deve prever a conclusão da obra no prazo máximo de 18 meses, sob pena de multa diária de mil reais para o descumprimento de qualquer dos prazos estabelecidos.
Isolados
Com o desabamento, comunidades indígenas ficaram quase isoladas, já que a ponte era o único meio de ligação entre a cidade e a terra indígena potiguara, que reúne as aldeias Vila São Miguel, Bento, Silva, Laranjeira, Santa Rita e Tracoeira. Se o que ainda resta da ponte desmoronar, poderá ocorrer o isolamento completo das referidas aldeias, pois ficarão sem acesso ao município. Serviços já precários nas comunidades, como educação e saúde, poderão entrar em colapso, impossibilitando o deslocamento de professores e agentes de saúde que residem em Baía da Traição e prestam serviços nas aldeias.
Para o Ministério Público, além de defender o direito de trânsito, bem como o funcionamento regular dos serviços públicos na comunidade indígena potiguara, a ação também tem o propósito de romper o círculo vicioso de omissão entre a União (a quem pertencem as terras indígenas), Funai e município, omissão que causa tragédias. “Proteger as terras indígenas não significa apenas defendê-las de terceiros não indígenas, mas também assegurar a manutenção dos serviços públicos essenciais e a infraestrutura necessária para a prestação desses serviços, como é o caso da ponte sobre o rio Sinimbu”, argumenta o procurador da República Duciran Farena.
Urgência
Ainda em 2009, no mesmo ano em que ocorreu o desabamento da ponte, o Ministério Público Federal instaurou procedimento administrativo para apurar as irregularidades decorrentes do desmoronamento. Mas, após dois anos, desde a instauração do procedimento, em que pese a gritante urgência da situação, nem a Funai nem a prefeitura, apesar de provocadas pelo Ministério Público, demonstraram ter realizado algo de concreto para adotar providências cabíveis a fim de possibilitar o acesso dos indígenas à zona urbana do município.
A omissão do órgão indigenista e do município, levou o MPF a requerer em juízo as medidas urgentes para a reconstrução da ponte. No entanto, para evitar o longo trâmite de um processo judicial, tendo em vista a urgência do caso, o Ministério Público também requereu na liminar que, em lugar da intimação dos réus para manifestação, seja designada audiência, dando-se oportunidade para uma conciliação.
Ação Civil Pública n° 0000.402-60.2011.4.05.8200 ajuizada em 21 de janeiro de 2011
• Baia da traiçao » Ação civil pública pede reconstrução da ponte Sinimbu em Baía da Traição Ação civil pública pede reconstrução da ponte Sinimbu em Baía da Traição
1 Membre en ligne :: 0 Administrateur, 0 Modérateur, 0 Membre et 1 Visiteur
Membre en ligne: Aucun membre connecté
Membre en ligne: Aucun membre connecté
Répondre
Vous n'êtes pas autorisé à écrire dans cette catégorie
Se connecter
S'inscrire







